Texto-Base: At 1, 3
Introdução: Jesus se apresenta vivo a cerca de 500 pessoas. Tudo já estava consumado. O que Ele faz
então durante estes 40 dias? Já havia uma obra feita, provada e consumada.
Assim nasce o Ano do Fundamento.
São 40 dias intensos de preparação para que os fundamentos ensinados não se perdessem.
1. Mas a igreja tinha promessa do batismo com fogo.
2. Os discípulos tinham promessa do Consolador.
3. Os discípulos em geral tinham a promessa que estaria com eles para sempre.
Jesus então estabelece que aqueles 40 dias não seria somente para esperar a Festa de Pentecoste e para
provar que Ele estava vivo. Mas sim, para revisar os fundamentos do Reino de Deus.
É fato que: Os últimos dias haviam sido dias tomados de pressão, escolhas, emoções, surpresas, medo.
1. A incredulidade de Tomé. (Jo 20,26-29)
2. O constrangedor, mas marcante dialogo com Pedro, para fortalecer o seu chamado. (Jo 21,15-23)
3. O aparecimento na casa onde os discípulos estavam com medo dos judeus. (Jo 20, 19-23)
4. O confronto a beira do Mar da Galileia, quando Pedro pensa em desistir. (Jo 21, 1-14)
Era necessário trazer os discípulos para o caminho do fundamento. Eles estavam tomados das mais diversas
emoções. Ele faz isso para que os discípulos não sejam traídos pelo romantismo e nem pelo envio sem
fundamento.
Aqui está a chave destes 40 dias entre a ressurreição e a assunção de Jesus aos céus.
“Falando das coisas concernentes ao Reino”. Ele não falou nada de novo. Apenas revisou o que Ele havia
ensinado.
A proposta então é “martelar”, revisar, fortalecer os fundamentos.
Pois sempre corremos um grande risco de sermos enviados, como bons metodistas, mas perdermos de vista
os fundamentos. Por quê?
As emoções.
A vã repetição.
O medo.
A auto confiança.
Tudo isso pode atrapalhar
Desta forma, Jesus gasta 40 dias para revisar tudo que Ele falou.
Vivemos um tempo estranho e imprevisível, precisamos de pregações que fundamentem a Palavra de Deus,
precisamos de relacionamentos que fundamentem a Palavra de Deus, precisamos de escolhas que
fundamentem a Palavra de Deus e por último, postura que fundamentem a Palavra de Deus:
1. Não andeis ansiosos (Mt 6,25): Fundamento da confiança na provisão de Deus.
2. Ninguém pode servir a dois senhores. (Mt 6,24): Fundamento da exclusividade.
3. A luz e trevas (Mt 6,22): O Fundamento de andar na luz.
4. Os tesouros no céu (Mt 6,19): O Fundamento de priorizar os tesouros eternos.
Conclusão:
·Mt 7,24 a 27 afirma que haviam duas casas edificadas.
·Haviam dois fundamentos.
·Mas apenas quando veio a adversidade que o fundamento se revelou.
·Haviam dois fundamentos: Mas só um poderia oferecer constância e segurança.
·O nosso fundamento precisa oferecer constância e segurança espiritual.
Que Deus nos abençoe. Do Seu Bispo Paulo Rangel